terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Mídias sociais, confiança e a importância de dar o primeiro passo

Comunicação corporativa exige planejamento. Na Internet, então, nem se fala. Em ambientes virtuais, a possibilidade de controlar o fluxo de informações simplesmente não existe. As novas moedas de troca são a atenção, a reputação e a influência. Um mapeamento detalhado dos públicos gerais e específicos, universos, principais influenciadores, percepções e métricas relevantes é o ponto de partida para colocar o potencial da comunicação digital a serviço dos objetivos da organização.
Honestamente, há alguma idéia no parágrafo acima que não seja escandalosamente óbvia? Pelo jeito há. É o que se pode concluir observando a maneira amadorística e inconseqüente com que empresas de todos os portes vêm tratando a crescente importância da Internet para os negócios. Enquanto algumas saem criando perfis em mídias sociais sem saber o que fazer deles, outras simplesmente ignoram o assunto na expectativa de uma solução infalível, consagrada e universal para o que julgam ser um modismo, coisa de adolescente desocupado.
Tanto umas quanto outras falham em perceber o verdadeiro padrão por trás de um movimento de mudança irreversível: o fim da comunicação de mão única e a ascensão de relacionamentos fundados no diálogo e na confiança. Não se trata de mais uma tendência. É algo que está acontecendo na prática, e que veio para ficar. Empresas que foram capazes de enxergar e aceitar essa nova realidade já começam a colher resultados pra lá de significativos.

É apenas questão de tempo até que a comunicação direta com o público via canais digitais se torne atividade regular e corriqueira. Por isso é tão importante começar a construir um capital de confiança agora, enquanto as pessoas ainda estão dispostas - e como estão - a recompensar interações mais humanas e verdadeiras.
Quem sair na frente chegará na frente. É hora de dar o primeiro passo. Por exemplo, você já ouviu seu cliente hoje?

Fonte:http://www.paulohenriquelemos.com/

10 perguntas para o empreendedor



Entre a rotina frenética, vitórias, desafios e sentimentos do empreendedor, a Forbes fez uma lista com 10 perguntas que nunca devemos deixar de nos fazer. Dá uma olhada abaixo:       
1 - Qual é meu próximo objetivo?
Muitos empreendedores começam com um propósito, mas acabam mudando seu caminho e perdendo o motivo pelo qual começou a empreender. Fazer essa pergunta ajuda a refletir sobre o que precisa ser mudado na empresa.
2 - Quem é meu cliente alvo?
Por mais que você lide com ele todos os dias, entender as suas mudanças e necessidades é crucial para atender novas expectativas e deixá-lo sempre satisfeito.
3 - Por que alguém precisa do que eu estou vendendo?
Nem sempre o que gostamos é o que as pessoas gostam. Por isso essa pergunta não se aplica somente ao empreendedor, mas é uma pergunta que deve ser feita por ele para seus clientes.
4 - Uma necessidade sustenta um negócio rentável?
A necessidade pela necessidade não alavanca um negócio e sim uma boa ideia por trás dela colocada em prática com um plano de negócios sustentável.
5 -  Quais são os novos concorrentes?
Saber o que tem de novo no mercado sempre ajuda a aperfeiçoar o seu produto/serviço além de salvar sua visibilidade.
6 - Dá para reduzir despesas sem prejudicar o produto?
Antes de sair cortando gastos por aí, verifique as oportunidades que os fornecedores podem oferecer e as economias que dá para fazer sem prejudicar o produto.
7 - Posso ficar no topo?
Nem sempre uma empresa madura faz um gestor maduro, por isso reflita sobre suas capacidades gerenciais e saiba ser humilde quanto as suas dificuldade. Seja o mais crítico o possível consigo mesmo.
8 - Como anda a produtividade da equipe?
Não adianta deixar rolar sem ter controle do que está acontecendo e ainda cobrar o funcionário do que ele não está conseguindo fazer, aprenda a gerenciar talentos todos os dias.
9 - Como vou continuar gerando lucro?
Nos altos e baixos do planejamento estratégico não dá para garantir que o lucro de hoje vai ser o lucro de amanhã. Por isso, reinventar a empresa precisa ser uma tarefa constante.
10 - Como anda a motivação dos meus funcionários?

Ficar movendo eles como peças de xadrez não vai resolver seu problema, saiba fazer da equipe uma grande ferramenta de sucesso.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Aprenda como vender uma cidade com o Porto Alegre Convention & Visitors Bureau


O Porto Alegre Convention & Visitors Bureau (Porto Alegre CVB) é uma fundação de direito privado, sem fins lucrativos e de natureza cultural, que visa o desenvolvimento do turismo de eventos, tendo como âmbito de atuação a cidade de Porto Alegre e região metropolitana.
Objetivando aumentar o fluxo turístico, o Porto Alegre CVB atua – de forma totalmente gratuita – na captação, geração e apoio a eventos. Além disso, desenvolve ações que resultam na formação de uma imagem favorável à cidade. O Porto Alegre CVB atua como órgão de apoio e dinamização junto aos diversos setores ligados ao segmento turístico, prestando cooperação e apoio técnico, disponibilizando material promocional, acesso ao banco de imagens, estatísticas e outros dados especializados, além de organizar e acompanhar visitas de familiarização e inspeção à Porto Alegre e região metropolitana.
Porto Alegre Convention & Visitors Bureau
Endereço: Praça XV de Novembro, 21 Conj. 902 - CEP 90030-110 - Centro Histórico - Porto Alegre/RS
Telefone: +55 51 3226.6558
E-mail: portoalegrecvb@visiteportoalegre.com
Faça uma visita ao link abaixo:


sábado, 28 de novembro de 2009

Lojas de rua e de shopping exigem Marketing diferenciado


Redes como Mundo Verde e Bon Grillê possuem estratégias diferenciadas para suas lojas de shopping e de rua.

Os shoppings no Brasil têm passado por um bom momento. Segundo previsões do IBOPE, espera-se um crescimento de 6% na atividade do varejo de shopping no ano. Segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), as vendas em 2008 subiram 11%. A Associação Brasileira de Lojistas de Shopping, por sua vez, acredita que 2009 fechará com 25 novos shoppings abertos. Ainda assim, eles representam cerca de 19% da receita, de acordo com dados da Abrasce. Número muito inferior ao apontado em países como Estados Unidos (70%) e França (40%).

Percebendo essa tendência e oportunidade, muitas empresas têm optado por focar em lojas de shopping, ainda mais em grandes cidades, onde um bom ponto comercial na rua é cada vez mais difícil de encontrar. A Mundo Verde é uma das redes que, ainda que não tenha abandonado as lojas de rua, vem investindo cada vez mais na presença em shoppings. Atualmente com 142 lojas, a rede acredita em uma migração do público para os shoppings, à medida que vão buscando por segurança e conveniência.

“O Brasil está vivendo um forte crescimento em shoppings, já tendo virado uma referência de local e compra para os consumidores. Abrir loja nesses espaços é um risco muito menor e menos trabalhoso”, explica Donato Ramos, Diretor de Marketing da Mundo Verde, em entrevista ao Mundo do Marketing.


Lojas de rua são um negócio mais arriscado
Isso não significa necessariamente uma restrição às lojas de rua, segundo o executivo da Mundo Verde, mas sim uma maior oferta de bons pontos em shoppings. Fora deles, a rede procura espaços que ofereçam segurança e uma boa vizinhança que atraia uma potencial clientela.

Isso inclui locais com presenças de academia por perto – já que a rede oferece diversos alimentos com posicionamento saudável – ou qualquer comércio que estabeleça uma sinergia com a rede. “Escolher pontos na rua exige um trabalho maior, com uma boa pesquisa para verificar se aquele espaço é bom para o cliente, se é seguro, se tem serviços de estacionamento, entre outros”, explica.

Shoppings não permitem uso de corredores próximos às lojas
Mas as lojas de rua não deixam de ter suas vantagens. Há uma liberdade maior para utilizar o espaço exterior próximo ao ponto-de-venda, como calçadas, seja através da entrega de panfletos promovendo o Mundo Verde e seus produtos ou até mesmo ações de degustações. Tudo aliado a uma entrada convidativa que instigue o consumidor a visitá-la.

Em shoppings, são comuns normas administrativas que proíbem ou dificultam o uso dos corredores para ações desse tipo. Por isso, para atrair olhares em meio a grande gama de opções de lojas, a rede utiliza vitrine exclusivamente nesses pontos-de-venda.

Os shoppings, por sua vez, atraem uma clientela diversa que vai em busca de outras marcas ou serviços, mas acaba entrando em contato com o Mundo Verde, aumentando não apenas o conhecimento de marca, mas também as compras por impulso. “Os clientes que vão às lojas de shopping também fazem compras maiores, com maior tíquete médio”, explica o Diretor de Marketing.

Reposicionamento levou em conta a presença em shoppings
Isso explica a estratégia diferenciada de oferta de mix de compras nas lojas de shopping e - mesmo que em parte - o reposicionamento da marca, que passou a destacar alimentos saudáveis e alimentação consciente em suas campanhas, deixando um pouco de lado os produtos de maior apelo impulsivo, como presentes, esotéricos e livros de auto-ajuda.

O Mundo Verde segue expandindo nos dois espaços, prevendo abrir uma loja de rua ainda esse mês em Caxias do Sul e outra no BarraShopping, no Rio de Janeiro. A capital fluminense concentra a maioria das lojas de rua por ser a cidade onde a rede nasceu, há 21 anos, antes do “boom” dos shopping centers.

Bon Grillê vai atrás de público executivo fora dos shoppings
A Bom Grillê é uma rede que tem tomado uma direção contrária. Concentrada em shoppings desde 1994, ano de sua fundação, a rede de fast-food vem recentemente apostando em novos espaços. Isso inclui não apenas as lojas de ruas, abertas pela primeira vez ano passado, mas também em empresas, sempre focando no almoço dos executivos, diferentemente dos shoppings.

“A loja localizada na rua tem um perfil diferente de público em relação às de Shopping, já que, por ser localizada em uma região extremamente comercial, atrai pessoas com perfil executivo, que buscam alta qualidade, alimentação saudável e rapidez em detrimento aos restaurantes self-service”, explica Sérgio Freire, superintendente de Marketing e Novos Negócios da Platinan Franquias.

Ainda assim, as ofertas de produtos não são diferenciadas, mas exigem uma abordagem especializada. As lojas de rua têm mais espaço e ambientação exclusiva, com promoções customizadas para esse público. Atualmente, a rede conta com mais de 50 lojas, apenas duas fora de shopping, ambas localizadas em São Paulo e inauguradas há cerca de um ano. Ainda que focada nos centros de compras, a Bon Grillê não descarta a possibilidade de abrir novas lojas de rua em áreas estritamente comerciais.



sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Estratégia e Planejamento de um Blog Corporativo

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Dicas para acertar nas campanhas de email marketing no Natal e Ano Novo



As ações digitais para conquista de mais consumidores no final do ano ganham espaço cada vez maior na comunicação entre marcas e público. Acompanhe cinco dicas de como garantir a assertividade nas ações de email marketing, comumente aplicadas com mais frequência na época mais movimentada do ano.
1. Design: Lembre-se de que, em qualquer segmento, design agrega valor ao produto. Por isso, inove no design da comunicação, diferencie o email marketing sazonal dos demais enviados ao longo do ano. Procure traduzir o “espírito festivo” da época em uma peça visualmente atraente e não se esqueça de desejar Boas Festas aos destinatários. Uma mensagem simples, mas com um design elegante pode fazer a diferença.
2. Conteúdo: A inovação também pode estar presente no conteúdo da mensagem. Uma linguagem mais descontraída do que de costume pode transmitir uma certa aproximação. Resista à tentação de criar mensagens muito extensas, com uma grande variedade de conteúdo ou de produtos. Lembre-se que seus destinatários receberão outras mensagens comerciais, provavelmente, de seus concorrentes. Procure oferecer conteúdo relevante e crie um diferencial para sua empresa. O último item desta lista traz dicas de como trabalhar este diferencial.
3. Frequência: Fim de ano é sinônimo de muitos presentes, muitas guloseimas e... muitas mensagens de festas. Aumentar a frequência de envio de email marketing nesta época é natural, pois mesmo já muito próximo ao Natal, sempre há alguém atrasado com as compras e que precisa “desesperadamente” de opções. Apenas cuidado para não parecer insistente ou, pior, apelativo. Acompanhe os relatórios de seus envios para verificar o interesse dos destinatários por seu conteúdo e para checar se o aumento na frequência de envio de email marketing está realmente trazendo retorno.
4. Personalização e Segmentação: Verifique se a base de contatos está devidamente preenchida e atualizada. Numa época em que recebemos tantos “Feliz-Natal-e-Próspero-Ano-Novo” automáticos e vazios, use as informações dos destinatários para personalizar suas mensagens e fazer uma comunicação one-to-one, tratando-os como indivíduos únicos. Segmente o email marketing oferecendo conteúdo relevante de acordo com cada interesse. Após o primeiro envio, analise os resultados e crie novas segmentações, com base na interação dos usuários com a mensagem e na navegação pelo website.
5. Diferencial: Analise o que seu concorrente NÃO está fazendo e o que você poderia fazer de melhor. Nesta época do ano, as pessoas estão ainda mais atarefadas e sem tempo. Portanto, a preferência de compra vai para quem oferece mais vantagens, facilidades e a melhor relação custo benefício. Para as B2B, além do tradicional cartão de boas de festas, que tal incluir um convite para uma confraternização ou um benefício relacionado ao serviço prestado por sua empresa? Nada melhor para começar o novo ano com o pé direito e bons relacionamentos!
* Juliana Padron é Designer de Interface da VIRID Interatividade Digital, empresa especializada em email marketing e inteligência da informação. juliana@virid.com.br

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

De Volta Para o Futuro


Inovações surgem todos os dias e como profissionais de marketing temos que imaginar e criar as que farão parte de nossas vidas no futuro. Olhando no retrovisor, veja os produtos, serviços e soluções que não existiam há 15 anos e muitos nem há 10.


- Supermercados especializados em orgânicos.
- Lojas móveis e temporárias – as chamadas pop up stores.
- Edições limitadas de produtos não vinculados às datas comemorativas.
- Temperos, sal e arroz saborizados.
- Celulares que tocam música. Computadores que fazem ligações telefônicas.   máquinas fotográficas que fazem filmes.
- Blogs, conversas em rede por telefone, tecnologia VOIP.
- Produtos desenvolvidos por consumidores.
- Restaurantes e alimentos crus.
- Alimentos funcionais.
- Terceirização Internacional de Serviços - substituição de mão-de-obra nativa pela oriunda de outros países mas que continua a viver em seus próprios países, não são imigrantes.
- Posse temporária: aluguel dos mais diversos produtos como bolsas, jardins e roupas de bebê.
- Lojas que vendem produtos surpresa.
- Supermercados e farmácias dirigidos para a terceira idade.
- Opção de cores em eletrodomésticos.
- Lojas de redes e hotéis despadronizados.
- Produtos vintage e produtos com insumos reutilizados.
- Turismo gourmet e enoturismo.
- Produtos de skin care para homens.
- Cartões de presentes: gift cards.
- Supermercados pet.
- Serviços como área de negócio no varejo.
- Cosméticos orais.


Colabore com o post e insira um negócio, produto ou benefício que em sua opinião irá existir daqui a 15 anos. Vou já incluir uma sugestão. Produtos de skin care para peles maduras (acima dos 70 anos). A longevidade está aumentando mas algumas empresas não consideram o grupo acima dos 60 anos. Aliás nem segmentação para a terceira idade existe. Há apenas uma grande grupo acima de 60 anos, como se não houvessem diferenças importantes.


Postado por Beth Furtado – Mundo do Marketing